Atendimento em instituições
Fisioterapia particular na casa de repouso, em Belo Horizonte
A ReabilitaCare faz fisioterapia particular e individual para quem mora em casa de repouso ou instituição de longa permanência em Belo Horizonte e Nova Lima, contratada pela família, combinada com a equipe da casa e com evolução enviada a quem está longe.
Rubens Alves de Lima, CREFITO 4/277587-F | Residência em Saúde do Idoso no HC-UFMG | Mais de 3.500 atendimentos desde 2022
Falar no WhatsAppComo funciona a fisioterapia na casa de repouso
Quando um familiar mora em uma instituição de longa permanência para idosos, a família pode contratar um atendimento particular de fisioterapia, individual e com plano exclusivo, pelo mesmo valor da sessão domiciliar. As sessões acontecem no quarto do residente ou em espaço cedido pela instituição, sempre em horário combinado com a coordenação.
O trabalho é conduzido por Rubens Alves de Lima, CREFITO 4/277587-F, com residência pelo Hospital das Clínicas da UFMG, em alinhamento com a equipe de enfermagem e de cuidado da casa. A família recebe o registro de evolução e orientações sobre o quadro, mesmo à distância. O registro profissional pode ser conferido na consulta pública do CREFITO-4, cada sessão sai com nota fiscal da Rubens Alves Fisioterapia Geriátrica, CNPJ 50.103.391/0001-48, e a opinião das famílias está no Doctoralia e no perfil no Google. Para combinar a primeira visita na instituição, chame no WhatsApp (31) 98291-3628.
O que a fisioterapia da instituição cobre, e o que fica de fora
Quase toda casa de repouso regularizada tem fisioterapeuta na equipe, e a família costuma ouvir isso na visita. A informação é verdadeira e, ainda assim, não responde à pergunta que interessa: quanto desse profissional chega ao seu familiar, em minutos por semana.
O trabalho institucional é dimensionado para a casa inteira. Ele se organiza em grupo, cobre o essencial de mobilidade e prevenção e existe para que ninguém regrida. Esse trabalho é legítimo, e ainda assim não é a mesma coisa que um tratamento montado para um quadro. O que normalmente fica de fora:
- reabilitação de um evento novo, como fratura, cirurgia, internação recente ou AVC, que pede frequência alta por algumas semanas;
- treino de marcha individual, com progressão de apoio, para quem está perdendo a capacidade de andar;
- ganho de força com carga progressiva, que é o que recupera massa muscular na sarcopenia e não cabe numa roda de exercícios;
- tratamento de dor localizada, do ombro, do joelho ou da coluna, que exige avaliação e conduta próprias;
- reavaliação frequente e registro enviado à família de fora.
A pergunta que separa os dois, e que vale fazer à coordenação, é simples: quantos minutos por semana, individualmente, esse residente recebe, e o que está escrito no plano dele. A resposta costuma esclarecer em trinta segundos se o caso pede um atendimento particular somado ao da casa.
Sinais de que o residente está perdendo função
Quem visita uma vez por semana não enxerga a queda lenta, porque ela acontece em degraus pequenos. Estes seis sinais aparecem antes do tombo e antes da consulta:
- passou a ser levado de cadeira de rodas para o refeitório, mesmo andando até pouco tempo atrás;
- não levanta mais da poltrona sem as mãos, ou pede ajuda para uma coisa que fazia sozinho no mês passado;
- está mais tempo no quarto, e a explicação que a família recebe é cansaço;
- apareceu vermelhidão no calcanhar, no fim da coluna ou no cotovelo, o começo de uma escara;
- emagreceu e a roupa começou a sobrar, sinal que costuma andar junto com a perda de músculo;
- houve uma queda dentro da instituição, mesmo sem consequência.
Nenhum deles é motivo de briga com a casa. Todos são motivo de avaliação, porque função perdida em idoso institucionalizado volta devagar e, passado certo ponto, não volta inteira.
Por que um atendimento individual
- Plano exclusivo: exercícios montados para o quadro daquele residente, e não para o grupo.
- Frequência adequada: o número de sessões segue a necessidade clínica, definida na avaliação.
- Foco em função: mobilidade, prevenção de quedas, marcha e independência nas atividades do dia a dia.
- Comunicação direta: a família acompanha a evolução e participa das decisões do tratamento.
A instituição precisa autorizar o atendimento?
Precisa ser avisada e concordar com o horário, e é raro haver recusa. A casa tem rotina de banho, refeição, medicação e visita médica, e o atendimento entra nas janelas que não atropelam nada disso. O caminho que funciona, na prática, tem quatro passos:
- A família fala com a coordenação e informa que vai contratar fisioterapia particular para o residente.
- A instituição indica os horários possíveis e onde as sessões podem acontecer, em geral no próprio quarto.
- Eu me apresento à coordenação e à enfermagem com o registro no CREFITO e combino como a evolução será compartilhada com a equipe da casa.
- A avaliação acontece na primeira visita, e o plano sai dela.
O contrato é entre a família e o fisioterapeuta, não entre a instituição e ele. O trabalho não compete com o da equipe da casa: soma ao que já existe e é comunicado a quem cuida do residente todos os dias, porque o que se ganha na sessão precisa ser sustentado nas outras horas. Vale aqui a mesma lógica do treinamento de cuidadores feito em domicílio.
Se o familiar mora em casa de repouso em Belo Horizonte ou Nova Lima, fale pelo WhatsApp para combinar a avaliação e o primeiro contato com a coordenação.
O que o fisioterapeuta pode fazer dentro da ILPI
A atuação em gerontologia tem regra escrita. A Resolução COFFITO nº 476, de 20 de dezembro de 2016, reconhece a Fisioterapia em Gerontologia como especialidade e lista o que cabe ao profissional que atende a pessoa idosa1. Boa parte dessa lista descreve a rotina de quem mora em instituição:
- posicionar no leito, transferir da cama para a cadeira, sentar, colocar de pé e treinar a marcha, além de orientar o residente e quem cuida dele todos os dias;
- aplicar e interpretar escalas e testes funcionais, que é o que transforma "está mais fraco" numa medida comparável de um mês para o outro;
- adaptar o ambiente, o mobiliário e os equipamentos em volta do residente para reduzir o risco de queda;
- prescrever e treinar o uso de bengala, andador e órtese;
- registrar em prontuário a avaliação, a conduta, a evolução e o plano de cuidados, que é o documento com que a família de fora acompanha o caso;
- montar com a família a rotina de cuidado do residente, o que a resolução chama de consultoria gerontológica.
A resolução irmã, a nº 477 do mesmo dia, faz o mesmo pela Terapia Ocupacional em Gerontologia2. Numa casa de repouso as duas se encontram: a fisioterapia cuida do movimento e da capacidade de se deslocar, a terapia ocupacional cuida das atividades do dia. Saber dessa divisão ajuda a família a pedir a coisa certa a cada profissional, em vez de cobrar tudo de um só.
Fora da instituição, o residente com pouca força costuma perder consultas por falta de quem o leve. A casa de repouso pode contratar o acompanhante para idosos em consultas e exames, que faz as transferências, vai junto e traz o resumo do que o médico decidiu.
O que olhar na visita, do ponto de vista do movimento
Existem bons roteiros de visita circulando, e quase todos tratam de alimentação, estrutura, equipe e custo. Falta neles a parte que decide se o seu familiar vai continuar andando. São seis pontos, e a maior parte deles se resolve olhando, antes de qualquer pergunta:
Quantos residentes estão fora do leito e fora da cadeira de rodas
Passe na hora do almoço e conte. Casa em que todo mundo está sentado em cadeira de rodas, inclusive quem anda, é casa que resolve o risco de queda tirando as pessoas do chão. Resolve o risco e cria outro, porque perna que não é usada afina em semanas.
Se existe corrimão e o que há no caminho até o banheiro
Corredor com barra dos dois lados, banheiro com barra ao lado do vaso e do box, piso sem tapete solto e luz que acende à noite. Olha-se o mesmo na adaptação de uma casa, e vale igual dentro da instituição.
Quanto tempo o residente passa em pé por dia
Pergunte de forma direta, e não pelo número de sessões. Alguém que sai da cama para a cadeira e da cadeira para a cama, todos os dias, está deitado ou sentado praticamente vinte e quatro horas, mesmo constando na lista da fisioterapia.
Se há cinto ou contenção na cadeira
Contenção física existe em situações específicas e precisa de justificativa escrita e revisão. Usada como rotina para evitar queda, ela acelera a perda de movimento e costuma piorar a agitação, não reduzir.
Que calçado os residentes estão usando
Chinelo de dedo e meia sozinha no piso frio são causa banal de queda. Sapato fechado, com solado firme e que fique preso no pé, é item de segurança, e a casa que repara nisso costuma reparar no resto.
Quem responde quando você pergunta sobre o movimento
Se a coordenação sabe dizer se aquele residente anda com apoio, quantas quedas ele teve no ano e o que mudou desde a admissão, existe acompanhamento. Se a resposta é genérica, não existe.
Cuidado individual, onde o seu familiar estiver
Atendimento particular em residências e ILPIs da região Centro-Sul de Belo Horizonte, em bairros como Savassi, Lourdes, Funcionários, Belvedere, Sion e Mangabeiras, e de Nova Lima. Levamos equipamentos e foco técnico integral até o paciente. Ver a região atendida.
Perguntas frequentes
A instituição precisa autorizar o atendimento?
Substitui a fisioterapia oferecida pela instituição?
Como contratar a fisioterapia para um residente da ILPI?
Qual a diferença entre casa de repouso e ILPI?
A casa de repouso já tem fisioterapeuta. Por que contratar outro?
Meu pai está passando o dia todo na cadeira de rodas na instituição. Isso é normal?
O atendimento acontece no quarto do residente?
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Avaliação funcional e plano individual para residentes de ILPI, com relatório para a equipe e para a família.