Central deConteúdo
Conteúdo especializado sobre saúde do idoso, envelhecimento e cuidado domiciliar.
Condições clínicas
Os diagnósticos que mais aparecem na geriatria, explicados pelo lado que interessa ao paciente: a função e o movimento.
-
AVC, acidente vascular cerebral
Recuperar o movimento do braço e da perna depois do derrame exige repetição diária e tarefa com sentido.
-
Doença de Parkinson
Parkinson e parkinsonismo não são a mesma coisa, e o treino muda em cada um deles.
-
Sarcopenia, perda de força
Perda de força na perna do idoso tem nome e tem tratamento.
-
Osteoporose
Osso fraco e medo de quebrar não se resolvem com repouso.
-
Artrose, osteoartrite
Dor no joelho ao levantar melhora com força de quadríceps, não com repouso.
-
Dor lombar crônica no idoso
Dor lombar que não passa raramente melhora deitado.
-
Diabetes no idoso
A neuropatia diabética tira sensibilidade do pé e aumenta o risco de queda.
-
DPOC e falta de ar
Idoso com falta de ar dentro de casa: uso a escala de Borg para dosar o esforço, treino a musculatura respiratória e…
-
Depois da fratura de quadril
Operou o quadril e ainda não anda.
-
Depois da cirurgia de joelho
Operou o joelho e não dobra.
-
Idoso acamado, síndrome do imobilismo
Quando o idoso não sai mais da cama, o corpo perde em semanas o que levou anos para construir.
-
Disfagia, engasgo ao comer
Tosse durante a refeição e voz molhada depois de beber pedem avaliação de fonoaudiólogo.
-
Tontura e reabilitação vestibular
Tontura ao virar na cama costuma ser VPPB e tem manobra específica.
Memória e demências →
Como separar o esquecimento normal do declínio cognitivo, e o que a fisioterapia faz em cada tipo de demência.
-
Declínio cognitivo leve
Esquecimento leve no idoso nem sempre vira demência.
-
Demência, declínio cognitivo maior
Alzheimer com marcha cambaleante pede exercício com comando simples e rotina fixa.
-
Doença de Alzheimer
Na doença de Alzheimer, a marcha e a rotina se perdem antes do esperado quando ninguém treina.
-
Demência vascular
Causada por AVCs pequenos e má circulação cerebral, ela avança em degraus, não aos poucos.
-
Demência por corpos de Lewy
Cognição que oscila no mesmo dia, alucinação visual e rigidez de Parkinson na mesma pessoa.
-
Demência frontotemporal
Na DFT, a mudança de comportamento vem antes do esquecimento, e a família costuma demorar para entender o que está…
-
Demência mista
A mais comum depois dos 80 anos combina duas causas no mesmo cérebro.
-
Delirium e demência
Confusão que apareceu de um dia para o outro raramente é demência.
-
Sono e cognição no idoso
Noite picada piora memória, humor e equilíbrio já no dia seguinte.
-
Treino de dupla tarefa
Quem para de andar para responder uma pergunta tem risco maior de queda.
-
Caminhada e memória no idoso
Caminhar protege o corpo, o humor e a independência, mas sozinho não muda memória nem atenção.
Marcha e quedas →
Por que o idoso cai, como medir esse risco e o que muda depois da primeira queda.
-
Quedas em idosos
Uma queda muda a rotina de toda a família.
-
Como evitar quedas em casa
Seu pai ou sua mãe já caiu duas vezes.
-
Fisioterapia para prevenir quedas
Reduzir queda exige três frentes juntas: força de perna, treino de equilíbrio e ajuste da casa.
-
Fatores de risco de queda
Fraqueza, remédio, pressão baixa ao levantar, visão, calçado e a casa.
-
Avaliação do risco de queda
Tinetti, TUG, alcance funcional, SPPB e Berg explicados um a um.
-
Calculadora de risco de queda
Oito perguntas baseadas em FRAT e Tinetti para estimar o risco de queda do seu pai ou da sua mãe.
-
Medo de cair
Depois do primeiro tombo, muitos idosos param de sair do quarto.
-
Distúrbios da marcha
Passo curto, pé arrastando, base alargada.
-
Avaliação da marcha
Velocidade de marcha, TUG e SPPB medem o que o olho não vê.
-
Causas neurológicas da marcha
Parkinson, AVC, ataxia e alteração frontal deixam marcas diferentes no jeito de andar.
-
Causas não neurológicas da marcha
Artrose, dor, visão ruim, remédio e coração também mudam o andar.
Bengala, andador e cadeira de rodas →
Qual dispositivo indicar em cada caso, como ajustar a altura e os erros de uso mais comuns.
-
Como escolher bengala ou andador
O dispositivo certo depende do equilíbrio de quem vai usar, não do preço.
-
Bengala simples
A bengala vai do lado oposto à perna ruim, e a altura sai do punho com o braço solto.
-
Bengala de quatro pontas
Indicada para hemiparesia e déficit de um lado só, dá mais base que a bengala simples e menos que o andador.
-
Muleta canadense
Braçadeira no antebraço e empunhadura livre para o uso prolongado, em marcha de dois ou três pontos.
-
Muleta axilar
Serve para tirar carga da perna por pouco tempo, e o apoio é a mão, nunca a axila.
-
Andador fixo
Máxima estabilidade para fraqueza dos dois lados, parkinsonismo e pós-AVC, com marcha em três tempos.
-
Andador com rodas
As duas rodas da frente evitam a parada a cada passo do andador fixo, e as ponteiras de trás funcionam como freio.
-
Rollator
Indicado para quem anda bem mas cansa rápido, exige mão firme no freio e cuidado redobrado na descida.
-
Cadeira de rodas
Assento, encosto e apoio de pé mal ajustados geram dor de ombro e lesão por pressão.
Gigantes da geriatria →
Os cinco quadros que mais tiram autonomia do idoso, um a um.
-
Os cinco gigantes da geriatria
Imobilidade, instabilidade, incontinência, incapacidade cognitiva e iatrogenia.
-
Imobilidade
A imobilidade quase nunca chega de uma vez: começa com uma queda, um repouso longo, uma dor mal tratada.
-
Instabilidade postural
Perder o equilíbrio é sinal, não destino.
-
Incontinência
A perda de urina raramente é falada e quase sempre tem tratamento.
-
Incapacidade cognitiva
Incapacidade cognitiva é a perda das funções da mente, como memória, atenção e julgamento.
-
Iatrogenia
Repouso prescrito demais, remédio a mais, exame que gera outro exame.
Síndromes geriátricas
Quadros que não cabem em um único diagnóstico e pedem olhar sobre o conjunto.
-
Fragilidade no idoso
Fragilidade não é fraqueza da idade, é um quadro com critérios definidos.
-
Nutrição e fragilidade no idoso
Treino de força sem proteína suficiente não constrói músculo.
-
Lesão por pressão, escara
Sacro, calcanhar e trocânter são os primeiros a marcar.
-
Polifarmácia
Cinco remédios ou mais mudam o equilíbrio e a pressão ao levantar.
Terapia a laser →
O que o laser de baixa potência trata no idoso, e o que ele não resolve.
-
Terapia a laser no idoso
Fotobiomodulação como recurso a mais para dor, inflamação e reparo de tecido, aplicada durante a sessão em casa.
-
ILIB
A técnica ILIB aplica laser vermelho sobre a artéria do punho.
-
Laser 808 nm, infravermelho
O infravermelho de 808 nm alcança músculo e articulação, tecido profundo.
-
Laser 660 nm, vermelho
O comprimento de 660 nm age em pele, ferida e mucosa, tecido superficial.
Saúde e envelhecimento
Temas do envelhecimento que passam longe do consultório: humor, sono, convívio e as coisas simples que mudam o dia do idoso.
Nenhum texto corresponde a essa busca. Tente outra palavra, como queda, andador, memória ou laser.

